CONTRASTE DOS CORPOS
(Perséfone Diana)
No vício pelo seu corpo eu te procuro com ânsia...
No pensamento fantasias de um amor em acasalamento...
Quero ser a menina que te leva à inocência nas palavras,
Com carinho te sirvo o meu mel quando beijo a sua boca...
No enroscar dos nossos corpos, eu sou suas odes... Leia-me!
Sinto o peso do seu corpo em cima do meu corpo frágil,
Com a força de um imponente garanhão cavalgue e me leve...
Ama-me com toda força que tem nos seus músculos.
Na combinação perfeita sou voluntária do corpo e espírito,
Onde moram as carícias que eu te dedico,
A mente fértil para te fazer o dono desse corpo,
Marcando território quando me banha no seu leite.
Percorra com seus lábios o contorno da minha boca...
Sorva todos os beijos, roce seu rosto no meu,
Na respiração ofegante eu vejo o desejo incontido...
É brasa vermelha que queima os corpos molhados...
Eu sou o seu naufrágio e te faço o meu náufrago...
Cansado e faminto eu te sirvo na minha cama.
Minhas mãos encontram o repouso no seu corpo.
No uivo da noite quando me chamas eu vejo meu lobo do mar.
Na miscigenação
Eu sou a clara luz e seu corpo o contraste da noite...
Vivemos os sonhos acordados dos imortais
Quando mergulhamos nesse mundo de prazeres...
Eu sou a dama de vermelho quando me fiz rosa vermelha.
Meu corpo tem as curvas das montanhas,
Tem o M de mulher e de menina...
Tem o M de mineira, tem o M de Maria.
A sua tez caliente queima como o sol do verão...
No silêncio do amor, sussurros e gemidos,
Espasmos embalados com a nossa língua em sofreguidão.
Nesse quente amor, eu tudo aceito,
Rasgue o meu hímen no nosso primeiro ato.
Veja, descerrei para ti a minha flor e o meu desejo...
Senti-me a sinhazinha com a minha pele tão alva...
Adentrando a senzala e buscando pelo meu reprodutor negro...
Na palhagem eu deito quando me faço a sua escrava do amor.
E na minha inquietude só quero dizer-te, que eu te amo!
Entrelaça seus dedos bem juntos aos meus...
Fala meu nome,enquanto consagramos a nossa união.
No capim, na cama...
Foi aqui que fui sua nesse breve sonho...
E será assim por toda a eternidade,
A minha mão a clara luz
Tocando a sua mão na negra noite...
Nosso amor nessa mistura de cor...
A nossa miscigenação.
(Perséfone Diana)
No vício pelo seu corpo eu te procuro com ânsia...
No pensamento fantasias de um amor em acasalamento...
Quero ser a menina que te leva à inocência nas palavras,
Com carinho te sirvo o meu mel quando beijo a sua boca...
No enroscar dos nossos corpos, eu sou suas odes... Leia-me!
Sinto o peso do seu corpo em cima do meu corpo frágil,
Com a força de um imponente garanhão cavalgue e me leve...
Ama-me com toda força que tem nos seus músculos.
Na combinação perfeita sou voluntária do corpo e espírito,
Onde moram as carícias que eu te dedico,
A mente fértil para te fazer o dono desse corpo,
Marcando território quando me banha no seu leite.
Percorra com seus lábios o contorno da minha boca...
Sorva todos os beijos, roce seu rosto no meu,
Na respiração ofegante eu vejo o desejo incontido...
É brasa vermelha que queima os corpos molhados...
Eu sou o seu naufrágio e te faço o meu náufrago...
Cansado e faminto eu te sirvo na minha cama.
Minhas mãos encontram o repouso no seu corpo.
No uivo da noite quando me chamas eu vejo meu lobo do mar.
Na miscigenação
Eu sou a clara luz e seu corpo o contraste da noite...
Vivemos os sonhos acordados dos imortais
Quando mergulhamos nesse mundo de prazeres...
Eu sou a dama de vermelho quando me fiz rosa vermelha.
Meu corpo tem as curvas das montanhas,
Tem o M de mulher e de menina...
Tem o M de mineira, tem o M de Maria.
A sua tez caliente queima como o sol do verão...
No silêncio do amor, sussurros e gemidos,
Espasmos embalados com a nossa língua em sofreguidão.
Nesse quente amor, eu tudo aceito,
Rasgue o meu hímen no nosso primeiro ato.
Veja, descerrei para ti a minha flor e o meu desejo...
Senti-me a sinhazinha com a minha pele tão alva...
Adentrando a senzala e buscando pelo meu reprodutor negro...
Na palhagem eu deito quando me faço a sua escrava do amor.
E na minha inquietude só quero dizer-te, que eu te amo!
Entrelaça seus dedos bem juntos aos meus...
Fala meu nome,enquanto consagramos a nossa união.
No capim, na cama...
Foi aqui que fui sua nesse breve sonho...
E será assim por toda a eternidade,
A minha mão a clara luz
Tocando a sua mão na negra noite...
Nosso amor nessa mistura de cor...
A nossa miscigenação.

2 comentários:
Maravilhoso ! Delicioso ato de amor e sexo em puro devaneio poético !
Senti em mim cada detalhe teu. O teu corpo, os teus beijos molhados e suaves a percorrer o meu...
Delirei, extravasei os meus desejos mais contidos, debruçando-me sobre o seu corpo e realizando os seus gemidos, agora e sempre...
Corpos ardendo
No furor das chamas
Do prazer que clama
Desejos... sensações
Loucuras...tesões!
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