ALMA GÊMEA
(Perséfone Diana)
Alma gêmea vem de longe ao meu encontro.
De rei a peregrino, viaja em carruagens e vagões...
Nos desertos vaga à procura de oásis na secura.
A fonte da vida a água do amor.
Vozes sussurradas, ébrio silêncio.
Alucinados desbravando o trilho do amor.
Espalho doces beijos pelo seu corpo
Quando a sua alma é beijada...
Suas mãos são duas espadas
golpeando o meu corpo à sombra de sua face.
Venha meu mestre, desconheço a sua lição.
Eu irei pelo caminho que guiar...
Cantarei a canção do amor.
Danço ao espreitar o seu corpo.
Irei e voltarei dos seus pés a cabeça...
Em cada regresso nomeio a beleza sublime.
Seus lábios frescos traz aroma de erva doce...
Beija-me e sinta o ardor, odes descritos,
chamas de hades.
Desfazendo seus favos me farto de mel.
Nesse recinto surreal lutamos em arenas do amor,
Posseira de seu corpo...
Duplo mistério, é chuva fria que abranda o calor...
É sol que arde e traz o fervor...
Sol e chuva, um arco-íris é o nosso amor.
À semelhança de Epona me faça fertilidade...
Deposita sua semente dentro de meu corpo.
O seu cheiro de homem trouxe-me
A sensualidade da fuga em seu corpo.
O seu peito nu esculpido, asa larga de anjo
Abraço-te, encontro o arco de seus braços.
Dormimos dentro do outro, dois corpos em um.
Quem olhar de longe não distingue,
Se...
São dois corpos mortos...
Ou renascidos,
dormindo depois do coito.
(Perséfone Diana)
Alma gêmea vem de longe ao meu encontro.
De rei a peregrino, viaja em carruagens e vagões...
Nos desertos vaga à procura de oásis na secura.
A fonte da vida a água do amor.
Vozes sussurradas, ébrio silêncio.
Alucinados desbravando o trilho do amor.
Espalho doces beijos pelo seu corpo
Quando a sua alma é beijada...
Suas mãos são duas espadas
golpeando o meu corpo à sombra de sua face.
Venha meu mestre, desconheço a sua lição.
Eu irei pelo caminho que guiar...
Cantarei a canção do amor.
Danço ao espreitar o seu corpo.
Irei e voltarei dos seus pés a cabeça...
Em cada regresso nomeio a beleza sublime.
Seus lábios frescos traz aroma de erva doce...
Beija-me e sinta o ardor, odes descritos,
chamas de hades.
Desfazendo seus favos me farto de mel.
Nesse recinto surreal lutamos em arenas do amor,
Posseira de seu corpo...
Duplo mistério, é chuva fria que abranda o calor...
É sol que arde e traz o fervor...
Sol e chuva, um arco-íris é o nosso amor.
À semelhança de Epona me faça fertilidade...
Deposita sua semente dentro de meu corpo.
O seu cheiro de homem trouxe-me
A sensualidade da fuga em seu corpo.
O seu peito nu esculpido, asa larga de anjo
Abraço-te, encontro o arco de seus braços.
Dormimos dentro do outro, dois corpos em um.
Quem olhar de longe não distingue,
Se...
São dois corpos mortos...
Ou renascidos,
dormindo depois do coito.

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