PINHEIROS BRAVOS
(Perséfone Diana)
Tempo decorrido é tempo morto;
Escondidas entre planícies
Há estradas secretas.
Chão trincado sucumbe à sorte.
Último sol poente arde;
Árvores semimortas tentam a sorte;
Revoltadas debatem semi-vivas.
Abatidas pela gota evaporada;
Perdida ao vento,
Lentamente desintegrada.
Grita o verde aonde a cor promete;
Última resistência conforta;
Lei natural equilibra justiça;
Humanos encontram-se com a paz;
Uma ponte separa os lados;
De cá ou de lá o pinheiro bravo,
seco condenado;
Sons tranquilos vêm do riacho.
Contraste realça o tom verde escuro;
Visão indescritível revelou a morte.
Se a árvore pulsa ao beber da chuva,
Pode ser que a alma clama:
_Jorra água e molha a raiz que sobressai;
Dois opostos trágicos chegam e vão;
Contorcida árvore seca enfraquecida;
Embalada pelo som fúnebre do vento;
Será berço do ser humano que nasce.
(Perséfone Diana)
Tempo decorrido é tempo morto;
Escondidas entre planícies
Há estradas secretas.
Chão trincado sucumbe à sorte.
Último sol poente arde;
Árvores semimortas tentam a sorte;
Revoltadas debatem semi-vivas.
Abatidas pela gota evaporada;
Perdida ao vento,
Lentamente desintegrada.
Grita o verde aonde a cor promete;
Última resistência conforta;
Lei natural equilibra justiça;
Humanos encontram-se com a paz;
Uma ponte separa os lados;
De cá ou de lá o pinheiro bravo,
seco condenado;
Sons tranquilos vêm do riacho.
Contraste realça o tom verde escuro;
Visão indescritível revelou a morte.
Se a árvore pulsa ao beber da chuva,
Pode ser que a alma clama:
_Jorra água e molha a raiz que sobressai;
Dois opostos trágicos chegam e vão;
Contorcida árvore seca enfraquecida;
Embalada pelo som fúnebre do vento;
Será berço do ser humano que nasce.

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