MINHA FACE INCOMPLETA
(Perséfone Diana)
Eu fujo da minha incapacidade quando a saída esta recortada
o punhal cravejado nas palavras que faltam realidade...
Que falta firmeza... Que façam mover à areia movediça que afunda...
Eu fujo do que não resisto e que reside em mim.
Eu mato o que nasceu revivendo lembranças que nascem.
Eu falo quando olho gritando em silencio o que rogo...
Eu mascarei a minha face cobrindo enganos revividos.
Eu necessito da sua presença me farto de ausência...
Eu voltarei a morar na casa sombria incompleta.
Eu levarei dois enganos quando permiti entrar, abri a porta...
Eu me condenei quando pensei ensinar eu aprendia a perder.
Eu vi ao redor o cansaço adormecido acordar e pedir a cura...
Eu vi a distancia encurtar matando a esperança caída em fagulhas.
Eu senti que não tive o que me foi prometido...
Eu fiz a historia incompleta um filme com um final inesperado.
Eu construo a minha catedral no mármore negro que aflige...
Eu jogada no remanso sem expectativa debatia em nada.
Eu senti o raio atravessando a ponte enxerguei um jovem pisando ali...
Eu estou nos dias, nos anos, escrevendo e desenhando meu coração.
Eu sangro nesse cântico fúnebre, em mim, o destino menstruando...
Eu estou partindo para um recomeço separando dificuldades.
Eu rejeito minha geometria em fractal criada, separando e juntando...
Eu quero descansar no abismo sabendo que deitada eu durmo, me jogo!
Eu ouço as vozes distantes aproximando, quando vejo estou acordando...
Eu quero ser o mendigo e não a esmola doada...
Eu prefiro ser das misérias o miserável que recebe as mãos.
Eu espero que o mundo esteja dormindo, sem tino, sentindo o grande oceano...
Eu que vim incompleta, completo hinos de amor, caminhando estou indo...
(Perséfone Diana)
Eu fujo da minha incapacidade quando a saída esta recortada
o punhal cravejado nas palavras que faltam realidade...
Que falta firmeza... Que façam mover à areia movediça que afunda...
Eu fujo do que não resisto e que reside em mim.
Eu mato o que nasceu revivendo lembranças que nascem.
Eu falo quando olho gritando em silencio o que rogo...
Eu mascarei a minha face cobrindo enganos revividos.
Eu necessito da sua presença me farto de ausência...
Eu voltarei a morar na casa sombria incompleta.
Eu levarei dois enganos quando permiti entrar, abri a porta...
Eu me condenei quando pensei ensinar eu aprendia a perder.
Eu vi ao redor o cansaço adormecido acordar e pedir a cura...
Eu vi a distancia encurtar matando a esperança caída em fagulhas.
Eu senti que não tive o que me foi prometido...
Eu fiz a historia incompleta um filme com um final inesperado.
Eu construo a minha catedral no mármore negro que aflige...
Eu jogada no remanso sem expectativa debatia em nada.
Eu senti o raio atravessando a ponte enxerguei um jovem pisando ali...
Eu estou nos dias, nos anos, escrevendo e desenhando meu coração.
Eu sangro nesse cântico fúnebre, em mim, o destino menstruando...
Eu estou partindo para um recomeço separando dificuldades.
Eu rejeito minha geometria em fractal criada, separando e juntando...
Eu quero descansar no abismo sabendo que deitada eu durmo, me jogo!
Eu ouço as vozes distantes aproximando, quando vejo estou acordando...
Eu quero ser o mendigo e não a esmola doada...
Eu prefiro ser das misérias o miserável que recebe as mãos.
Eu espero que o mundo esteja dormindo, sem tino, sentindo o grande oceano...
Eu que vim incompleta, completo hinos de amor, caminhando estou indo...

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