SOU MULHER QUASE FRÁGIL
(Perséfone Diana)
Sou menina, sou mulher,
sou pequena quase frágil.
Sou o riso, sou o choro...
Sou a fantasia amanhã realidade.
Sou o doce do mel...
Voz serena de quem sabe pedir...
com manha consegue
o quer...
Quando no charme te ganho.
Quando no riso te desarmo...
Quando no amor te domino
Domo-te... Adestrando meu cavalo
selvagem.
Sou o eco no seu ouvido,
quando minha voz bem longe
te alcança.
Sou seus pensamentos,
Causando um riso malicioso.
Quando lembra que não demora
muito,
terá a sua pequena nos seus
braços toda sua.
Na esperança que acabe logo o
dia,
À espera renasce no beijo da boca
da sua menina.
Perfume de mulher misturado
ao perfume mais nobre.
No corpo tecidos que dão um
charme
provoca e te atiça,
Com intenção de
quem sabe o que quer.
Levo a ver estrelas quando beijo
a sua boca.
Levo ao inferno quando toco no
seu corpo.
Em brasas, sinto a sua
inquietude.
No fogo que arde sem doer,
é prazer...
Deixo marca profunda, deixo
o meu riso...
a minha boca de morango...
Beijo doce com gosto de maçã,
Gelo na boca para te esfriar no
calor,
Bebo em goles.
Antes que eu vá embora me prenda,
Por que posso nunca mais voltar.
Não tenho medo de sorrir
Olhando nos seus olhos,
Quando te desconcerto,
causando sensações arrebatadoras
Que mexe com todo seu corpo.
O sangue esquenta,
as veias dilatam,
experimenta o êxtase desse amor
embriagado.
E sei que serei para sempre,
a sua deusa amante.
Onde me encontra mais uma vez?
Ao olhar para o sorriso da bela
moça.
Serei a sua quimera, o seu mito.
Por que no amor o mais forte
vence.
É assim na lei da selva,
Onde reina o amor dos bichos.
Quando na calmaria se entregam,
Deixando o instinto aflorar nos
rituais,
Ouvem-se gemidos, grunhidos...
Num momento sublime onde houve a
cópula.

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