sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
CLANDESTINA MADRUGADA
CLANDESTINA MADRUGADA
(Perséfone Diana)
Quando...
Espero nesse caminho
Clandestina madrugada.
Te espero na luta contra o tempo.
Eu vou para a sua casa
e nada mais importa.
Silencia o desejo que enlaça
sonho rubro em mãos libertas.
A sorte disse que é um romance.
Adivinha a alma, sem meus olhos ler.
Quando...
Retenho impetuoso prazer!
Há tempo quando estou
não há tempo quando parto
é o mundo em grande porção.
É vida em abundância
engrenagem em ritmo de coração.
Quando te quero perto
é meu mundo sonhado.
Sonharei que é eternidade...
Quando...
Acalma a minha loucura,
o muito que me dá é luz
imaginação fertilizada
estação da colheita farta.
Meu inverno quente
o meu outono florido.
O meu despertar na escuridão
no rumor do corpo,
sou um pouco de tudo
na temporada fora do tempo.
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