ACORDAR
(Perséfone Diana)
Hoje ao despertar,
Antes que o sol raiasse,
Hoje ao despertar,
Antes que o sol raiasse,
O dia enunciava o
novo,
Tudo conspirava para a unificação.
Eu acordei disposta a pluralizar todos os sentimentos bons,
Assim levando a seiva até a minha alma,
Sendo essência produzida do mais nobre estado de graça,
O amor, a paz, a igualdade.
Hoje eu sou a metade completa da massa que forma a minha nação,
Eu tenho a galáxia,
Tenho o ar, a água e a terra,
Vejo-me andando por um lindo bosque,
Onde eu deito num tapete de grama,
Olho para o céu vem à calmaria,
Vejo ursinhos brincando nas nuvens,
Vejo uma miragem no meu campo florido,
Entre a relva, encontro um rio caudaloso,
Tiro tudo que cobre o meu corpo,
Todas as peças de roupas,
Livro-me delas como se livrasse de todos os fardos,
Vou andando com passos leves,
Tomo um banho nessas águas,
Que lavam minha pele alva.
Limpando todos os vestígios de poeira,
Que ficaram por cada caminho.
Deixo a água me renovar.
Fazendo-me plena,
Eu ando solta, livre de amarras.
Não sou ditadora de regras ou imposições,
Quero apenas seguir o meu rumo
Na conquista de todos os sonhos,
Farei o sol ter mais brilho
Quando lembrar os dias chuvosos.
E nesse momento singular,
Eu comigo mesma...
Pergunto qual é a minha missão...
Encontro a resposta na unificação,
Eu quero ser a revolução,
Ter forças de um mártir,
Para lutar comigo mesma,
Quando a razão
For maior do que a emoção.
Que não aponte o dedo acusando a ninguém,
Que não olhe o argueiro no olho do outro,
Que antes de tudo possa tirar todas as traves dos meus olhos,
Para que eu não seja vista como hipócrita,
Mas que seja justa comigo mesma,
Ao buscar a unificação.
Tudo conspirava para a unificação.
Eu acordei disposta a pluralizar todos os sentimentos bons,
Assim levando a seiva até a minha alma,
Sendo essência produzida do mais nobre estado de graça,
O amor, a paz, a igualdade.
Hoje eu sou a metade completa da massa que forma a minha nação,
Eu tenho a galáxia,
Tenho o ar, a água e a terra,
Vejo-me andando por um lindo bosque,
Onde eu deito num tapete de grama,
Olho para o céu vem à calmaria,
Vejo ursinhos brincando nas nuvens,
Vejo uma miragem no meu campo florido,
Entre a relva, encontro um rio caudaloso,
Tiro tudo que cobre o meu corpo,
Todas as peças de roupas,
Livro-me delas como se livrasse de todos os fardos,
Vou andando com passos leves,
Tomo um banho nessas águas,
Que lavam minha pele alva.
Limpando todos os vestígios de poeira,
Que ficaram por cada caminho.
Deixo a água me renovar.
Fazendo-me plena,
Eu ando solta, livre de amarras.
Não sou ditadora de regras ou imposições,
Quero apenas seguir o meu rumo
Na conquista de todos os sonhos,
Farei o sol ter mais brilho
Quando lembrar os dias chuvosos.
E nesse momento singular,
Eu comigo mesma...
Pergunto qual é a minha missão...
Encontro a resposta na unificação,
Eu quero ser a revolução,
Ter forças de um mártir,
Para lutar comigo mesma,
Quando a razão
For maior do que a emoção.
Que não aponte o dedo acusando a ninguém,
Que não olhe o argueiro no olho do outro,
Que antes de tudo possa tirar todas as traves dos meus olhos,
Para que eu não seja vista como hipócrita,
Mas que seja justa comigo mesma,
Ao buscar a unificação.

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