TOCA-ME
(Perséfone Diana)
Passei o dia à espera olhando pela janela,
(Perséfone Diana)
Passei o dia à espera olhando pela janela,
nem de longe avistei
seu encalço abeirando.
A tarde chega ensolarada abrilhantando o céu.
O céu da minha boca padece,
tocado com a extremidade da língua;
em sintonia vibra à espera dentro do céu.
Baila dançarina esperando outra língua.
Adornada em ardor rubra a face desponta,
teci encantos, bordei flores na fazenda guardada.
Enfatizando a mulher sedutora
me visto de olhares distantes, insinuante.
Sigo derramando perfume no lençol,
dispersa encontra-me em seu olhar.
o amor fazendo redemoinhos levando-nos os sonhos,
ventos desmancham castelos de areias,
aonde depositados estarão devaneios insanos.
Coração inflamado em chamas de deserto,
desaguando amor acordando mananciais secos.
E tudo em mim grita emoção atordoada,
faça-me de paz me vista de branco.
Tira-me o desassossego com a mão, tocando meu corpo.
Tomba-me como quem tomba a torre esguia,
caia em cima das ruínas que sobraram.
Encontra-me no grão de areia reconstrua novo mundo,
despida de pudor doando amor doo meu corpo.
Persista na pluralidade indivisível,
sabendo que o amor anda aos pares,
acredite, antes que o tempo morra nos vales.
Desmanche sua reticência, se renda a resistência,
descubra o fim de sua busca...
Quando se encontrou nas esferas quentes,
descobriu deliciosamente as loucuras que eu lhe ofereço.
A tarde chega ensolarada abrilhantando o céu.
O céu da minha boca padece,
tocado com a extremidade da língua;
em sintonia vibra à espera dentro do céu.
Baila dançarina esperando outra língua.
Adornada em ardor rubra a face desponta,
teci encantos, bordei flores na fazenda guardada.
Enfatizando a mulher sedutora
me visto de olhares distantes, insinuante.
Sigo derramando perfume no lençol,
dispersa encontra-me em seu olhar.
o amor fazendo redemoinhos levando-nos os sonhos,
ventos desmancham castelos de areias,
aonde depositados estarão devaneios insanos.
Coração inflamado em chamas de deserto,
desaguando amor acordando mananciais secos.
E tudo em mim grita emoção atordoada,
faça-me de paz me vista de branco.
Tira-me o desassossego com a mão, tocando meu corpo.
Tomba-me como quem tomba a torre esguia,
caia em cima das ruínas que sobraram.
Encontra-me no grão de areia reconstrua novo mundo,
despida de pudor doando amor doo meu corpo.
Persista na pluralidade indivisível,
sabendo que o amor anda aos pares,
acredite, antes que o tempo morra nos vales.
Desmanche sua reticência, se renda a resistência,
descubra o fim de sua busca...
Quando se encontrou nas esferas quentes,
descobriu deliciosamente as loucuras que eu lhe ofereço.

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