BANZO
(Perséfone Diana)
Às vezes em silêncio
um moribundo pede clemência
joga para fora razões impertinentes...
Lembra-me votos de amor atrás de uma resposta.
Às vezes você deixa olhares perdidos
encontro à resposta do que pensa.
Entoa voz doce melodiosa em meu ouvido.
Às vezes na insônia de uma noite cansada
você sente felicidade quando acorda.
Boca febril profana em gotas de saliva,
agilidade que cala lábios trêmulos...
Às vezes pensa que apareci em seus sonhos
agarra-se a essa lembrança de um sonho mal vivido.
Às vezes o meu acerto está no erro.
do que não quer enxergar
num calafrio gélido...
A correção que a vida poderia fazer apieda em clamor.
leva-me a si reclamando a minha presença.
Às vezes teme o que o coração pressente
a resposta que não cala sua carência.
Às vezes na noite, grita um nome escrito.
no velho caderno vê-me deitada.
Pensando em acordar na distancia.
rompendo o sono de um velho tempo.
Às vezes os passos vagam na rua se perdem de si
encontrando em cada imagem um rosto insistente.
Às vezes persistente fica, quando sua vontade parte...
Às vezes questionando a esterilidade.
criada em sua imaginação...
Horas o vento batendo na janela
cauteloso traz o sol da capela.
O banzo deitado no peito traz a miragem...
Talvez essa pessoa não tenha meus traços...
_ Sem traços uma aparição_
Às vezes em silêncio
um moribundo pede clemência
joga para fora razões impertinentes...
Lembra-me votos de amor atrás de uma resposta.
Às vezes você deixa olhares perdidos
encontro à resposta do que pensa.
Entoa voz doce melodiosa em meu ouvido.
Às vezes na insônia de uma noite cansada
você sente felicidade quando acorda.
Boca febril profana em gotas de saliva,
agilidade que cala lábios trêmulos...
Às vezes pensa que apareci em seus sonhos
agarra-se a essa lembrança de um sonho mal vivido.
Às vezes o meu acerto está no erro.
do que não quer enxergar
num calafrio gélido...
A correção que a vida poderia fazer apieda em clamor.
leva-me a si reclamando a minha presença.
Às vezes teme o que o coração pressente
a resposta que não cala sua carência.
Às vezes na noite, grita um nome escrito.
no velho caderno vê-me deitada.
Pensando em acordar na distancia.
rompendo o sono de um velho tempo.
Às vezes os passos vagam na rua se perdem de si
encontrando em cada imagem um rosto insistente.
Às vezes persistente fica, quando sua vontade parte...
Às vezes questionando a esterilidade.
criada em sua imaginação...
Horas o vento batendo na janela
cauteloso traz o sol da capela.
O banzo deitado no peito traz a miragem...
Talvez essa pessoa não tenha meus traços...
_ Sem traços uma aparição_

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