CASULO
(Perséfone Diana)
(Perséfone Diana)
Silenciosamente o casulo encontra a mente
vazia da multidão descansa serenamente
Tantos “por que” é questionamento
sem resposta esperançosa no tempo.
vazia da multidão descansa serenamente
Tantos “por que” é questionamento
sem resposta esperançosa no tempo.
O que balança a existência da ponte?
O equilíbrio desequilibrado no abismo...
Cai à escuridão não há diferença...
Cai o dia quando tudo está vencendo.
Uma promessa pregada na cruz...
Olhos enxergam verdades resvaladas.
Ouvidos atentos a uma palavra que salva do tédio.
Os olhos buscam a beleza que brilha na escuridão.
Pode ser que venha a solução
no menino nascido no dia de hoje.
Talvez traga a esperança com fome
justiça aclamada dentro de alguém...
Que venha de longe o grito da coerência
que venha depressa a morte da indiferença.
Que chegue perto para iluminar o déspota,
que alguém veja sangue secando no piche da rua.
Que não pisem na vida calada ali na arma de fogo,
que alguém use a arma branca para cortar o pão...
Matando a fome do faminto...
Deixando viver quem tem sede de vida.
Que um minuto de silêncio seja para reflexão
do mundo novo que desponta lindamente,
cantado pela boca do homem criando cifras
proclamando o hino da justiça.

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