MEU
AVESSO
(Perséfone Diana)
Eu sei que conhece o meu avesso
Desvendou-me quando permiti.
Além da pele cobrindo o corpo
Atrás da ternura me viu mulher.
Viu a beleza que não se mostra
Interna despercebida a percepção.
Além de sua loucura invasiva, olha!
Não se recata abra suas esferas
Seja dependência da mulher que ama.
Encontrou uma estrada inversa.
Encontrou-me num bosque de sol...
Pintou em mim a cor de sangue
Nossa juventude desfrutada.
Busquei o meu avesso, me perdi!
Andei no seu corpo sorvi sua boca muda.
Em seus beijos provei encanto escondido,
adentro seu abrigo profundo.
Escapo de suas mãos,
envolta em lençóis de sonhos.
Passiva e compassiva na alcova.
Mergulho num rio à espera do remo...
Sua mão guia-me torno-te puro.
Água insípida encontro saliva.
Nada em meus sonhos, agora!
Um fiasco de luz despe seu corpo
perdida encontro a relva em sua nuca.
Não há nada que não fale de amor
noite e luz me faz mulher.
Chama em gritos minha fome de amar-te.
Seu cheiro no meu corpo marcou...
Amor bailado na sua coxa, eu necessito!
Antes que o tempo nos abandone...
Antes que o fim aproxima, venha!
Por amor cria um mundo dentro do meu.
Construa seus castelos me faça princesa
(Perséfone Diana)
Eu sei que conhece o meu avesso
Desvendou-me quando permiti.
Além da pele cobrindo o corpo
Atrás da ternura me viu mulher.
Viu a beleza que não se mostra
Interna despercebida a percepção.
Além de sua loucura invasiva, olha!
Não se recata abra suas esferas
Seja dependência da mulher que ama.
Encontrou uma estrada inversa.
Encontrou-me num bosque de sol...
Pintou em mim a cor de sangue
Nossa juventude desfrutada.
Busquei o meu avesso, me perdi!
Andei no seu corpo sorvi sua boca muda.
Em seus beijos provei encanto escondido,
adentro seu abrigo profundo.
Escapo de suas mãos,
envolta em lençóis de sonhos.
Passiva e compassiva na alcova.
Mergulho num rio à espera do remo...
Sua mão guia-me torno-te puro.
Água insípida encontro saliva.
Nada em meus sonhos, agora!
Um fiasco de luz despe seu corpo
perdida encontro a relva em sua nuca.
Não há nada que não fale de amor
noite e luz me faz mulher.
Chama em gritos minha fome de amar-te.
Seu cheiro no meu corpo marcou...
Amor bailado na sua coxa, eu necessito!
Antes que o tempo nos abandone...
Antes que o fim aproxima, venha!
Por amor cria um mundo dentro do meu.
Construa seus castelos me faça princesa
Não solta a sua mão, entrega-me!
Eu lhe guio como aquela que enxerga.
Necessita da luz sem fronteiras para pisar.
Entrego-me pura e nua nessa água afundo.
Sorria de contentamento ao sair de mim...
Busque a luz que acendeu no vazio.
Sentiu-se pleno e fez-me plena,
preencheu meu espaço oco.
Antes que parta prometa que terá sede.
Voltará em busca de minhas águas.
E que nesse deserto quando não estou...
O que sentimos?
Corpos sem abrigo ao relento
pisando em chamas.
Rápido como um gozo assim foi seu toque.
Fala-me que não quer outra flor em seus versos.
Dê meu nome a suas flores...
todas exalam meu nome.
De dália a margarida enfeito seu peito ferido.
Acabou o caminho quando encontrou minha quietude.
Abrasada deixa-me quieta ao partir em seu rumo,
perco nas suas costas deslizando dedo
encontro o caminho da felicidade quando olho-te de frente.
Recomeço e fim nesse amor de corpos.
Quando o sol nascer, quando a aurora romper.
Não espera pela lua se ela por acaso atrasar.
Tem um encontro marcado comigo nessa precisão.
Quando o tempo voltar volta com ele para mim.
Queira-me todas as noites sem contar milhas.
Trar-te-ei para dentro entrarei em você...
Jogada aos pés de si eu amo!
Eu lhe guio como aquela que enxerga.
Necessita da luz sem fronteiras para pisar.
Entrego-me pura e nua nessa água afundo.
Sorria de contentamento ao sair de mim...
Busque a luz que acendeu no vazio.
Sentiu-se pleno e fez-me plena,
preencheu meu espaço oco.
Antes que parta prometa que terá sede.
Voltará em busca de minhas águas.
E que nesse deserto quando não estou...
O que sentimos?
Corpos sem abrigo ao relento
pisando em chamas.
Rápido como um gozo assim foi seu toque.
Fala-me que não quer outra flor em seus versos.
Dê meu nome a suas flores...
todas exalam meu nome.
De dália a margarida enfeito seu peito ferido.
Acabou o caminho quando encontrou minha quietude.
Abrasada deixa-me quieta ao partir em seu rumo,
perco nas suas costas deslizando dedo
encontro o caminho da felicidade quando olho-te de frente.
Recomeço e fim nesse amor de corpos.
Quando o sol nascer, quando a aurora romper.
Não espera pela lua se ela por acaso atrasar.
Tem um encontro marcado comigo nessa precisão.
Quando o tempo voltar volta com ele para mim.
Queira-me todas as noites sem contar milhas.
Trar-te-ei para dentro entrarei em você...
Jogada aos pés de si eu amo!

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